Carreiras que inspiram: mulheres negras transformando espaços e abrindo caminhos

Neste mês, celebramos o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. Por isso, convidamos três colaboradoras da Cosan, Adriana, Júlia e Laiane, para compartilhar sobre suas origens, os caminhos que percorreram até aqui e a importância de ocupar espaços com identidade e coragem

Além de uma homenagem à data, esse encontro foi uma oportunidade de escuta, conexão e valorização da presença e da potência das mulheres negras dentro da companhia. 

Raízes e trajetórias

As histórias de Adriana, Júlia e Laiane começam em lugares diferentes, mas carregam em comum o desejo de crescimento e transformação.  

Com origens no interior de São Paulo e em Minas Gerais, cada uma trilhou seu caminho até a Cosan por rotas únicas, unidas pela vontade de aprender e pela coragem de tentar. 

Vindas de áreas distintas, como biologia, direito e gestão ambiental, se depararam com um processo seletivo aberto a diferentes formações, e enxergaram uma oportunidade real de se desenvolverem profissionalmente com a gente. 

Mais do que o início em uma nova empresa, esse momento também representou um novo começo de jornada pessoal, marcado pela convicção nas próprias capacidades e pela construção de uma nova visão sobre o futuro

Encontro e pertencimento 

 Elas ressaltam que, para mulheres negras, a chegada em um novo ambiente profissional ainda pode vir acompanhada de inseguranças. No entanto, quando essa referência de outras mulheres negras existe, tudo muda. 

A Dri, a Jú e a Lai contam que, ao ingressarem na Cosan e perceberem que não estavam sozinhas, sentiram-se acolhidas. Viram outras mulheres negras nos corredores, nos times, nos projetos, e isso fez toda a diferença. Trouxe segurança para serem quem são de verdade, liberdade para expressar sua individualidade e força para seguirem em frente com autenticidade. 

Estar em um ambiente seguro e em que o respeito é verbo de ação é importante para o crescimento pessoal e coletivo. E foi justamente essa sensação de pertencimento que fortaleceu as relações e criou vínculos que extrapolam o trabalho. 

Caminhos que se cruzam 

Embora tenham chegado em momentos diferentes, as três se encontraram dentro da Cosan e passaram a caminhar lado a lado. O que começou como uma troca profissional se transformou em apoio mútuo, inspiração e amizade. 

Elas contam que a presença de cada uma ajuda a abrir caminhos para as próximas que virão. E com suas histórias, mostram que é possível ocupar espaços de forma legítima, contribuindo com conhecimento, sensibilidade e repertório de vida. 

As histórias delas se cruzam dentro da Cosan com orgulho, verdade e potência. São trajetórias que se constroem com responsabilidade e compromisso com o futuro, não só o delas, mas o de todas as mulheres negras que ainda virão. 

Muito além de celebrar essa data tão importante, este é um convite para seguirmos olhando para dentro, ouvindo, aprendendo e evoluindo. Afinal, transformar o presente é o caminho para criar um futuro mais representativo e plural