Como a Cosan me ensinou resiliência antes mesmo de me contratar

Muito antes de vestir a camisa, a Cosan já me ensinava sobre coragem, reinvenção e persistência. 

Minha história com a empresa começou muito antes do meu primeiro dia como colaboradora do time de ESG da holding. Ouvi falar da companhia pela primeira vez em 2016, enquanto atuava em uma consultoria que produzia relatórios de sustentabilidade para o grupo.

Conhecer de longe o impacto da Cosan despertou algo em mim: a vontade de sair do universo da consultoria e viver, de verdade, o dia a dia de uma grande empresa. Mas ainda levaria algum tempo até que nossos caminhos se cruzassem de fato.

 

Aprendizados que antecederam o crachá 

Em 2017, recebi um convite para liderar um projeto em uma grande companhia. A experiência me trouxe aprendizados profundos, tanto profissionais quanto pessoais. 

Mudei de estado, sem conhecer ninguém, para encarar uma nova rotina. Lembro do trajeto entre o aeroporto e o apartamento que seria meu lar durante um ano. Na mala, um notebook. No coração, a expectativa do que viria. 

No dia seguinte, já havia uma reunião com a diretoria. E ali entendi: resiliência é seguir mesmo quando o caminho ainda não está traçado. 

 

O reencontro com a Cosan (e com a Ana) 

Foi apenas em 2023, durante uma nova busca profissional, que meu caminho finalmente se cruzou com o da Cosan e, curiosamente, também com o da Raízen. 

Enquanto participava de um processo seletivo na Raízen, voltado à cadeia de fornecedores, fui abordada pelo time de RH da Cosan para uma vaga focada em governança de sustentabilidade da holding. 

E ali aconteceu um momento inesperado: reencontrei a Ana Perina, referência que, desde 2017, me inspirava à distância. 

Não tive dúvidas. Aceitei o convite e vim para cá.

 

Resiliência que se aprende na prática 

Na Cosan, a resiliência é real e cotidiana. 

Está nas conversas, nas decisões estratégicas, na atenção aos detalhes que surgem das operações das investidas e, acima de tudo, no dinamismo que move esse ecossistema. 

Trabalhar com sustentabilidade já demanda uma escuta ativa e visão sistêmica. Fazer isso dentro de um grupo como a Cosan exige ainda mais: presença, flexibilidade e clareza de propósito. 

Aqui, a gente precisa se reinventar. O tempo todo. 

 

Ser Cosan: um caminho em constante construção 

Hoje, olhando para trás, só consigo pensar: que bom que nossos caminhos se cruzaram tantas vezes. 

Agora entendo que a resiliência não é só um valor da Cosan, é parte de quem eu escolhi ser ao dizer sim para essa jornada.