Sou psicóloga de formação e durante grande parte da minha graduação sempre imaginei que trabalharia como o estereótipo de psicólogo: atendendo numa clínica, escutando histórias vindas do divã e fazendo análises a partir dos relatos.
Como a vida é cheia de surpresas, acabei caindo de paraquedas no corporativo e segui por um caminho completamente diferente, acabei curtindo e explorando os desafios que apareceram até chegar na Cosan.
O início do desafio na área de diversidade
Minha primeira liderança por aqui é uma jornalista que sabe muito sobre eventos e audiovisual (coisa que eu não sabia nada quando cheguei) e, juntas, chegamos à conclusão de que um treinamento de diversidade para a organização seria uma iniciativa excelente para 2025.
Fiquei muito animada para fazer esse projeto acontecer, afinal, ele ofereceu informações importantes sobre os grupos minorizados para toda a organização e com certeza impulsiona nosso apetite pelo avanço do tema de diversidade na empresa – o que se conecta completamente com a nossa estratégia de negócio.
Para chegar no resultado que desejávamos para este projeto, precisei me desafiar e fazer algumas coisas pela primeira vez, que envolveram:
- Pensar sobre o racional de uma série de vídeos
- Pensar na lógica da gravação
- Pensar na lógica das câmeras
- Pensar na lógica dos atores
- Pensar na lógica do figurino
Olha quantas coisas… E tudo isso não era óbvio para mim. Felizmente, tive suporte durante toda a construção do trabalho, mas foi inevitável pensar “Meu Deus! Onde estou?!”
Quando a produtora sinalizou que as gravações começaram, fiquei com um frio na barriga e tive de administrar minha ansiedade até o primeiro vídeo chegar e… chegou! Chegou muito bom! Claro que tivemos pontos de ajuste, mas depois que foram implementados o conjunto da obra ficou excelente e eu agora posso dizer que já construí um videocast!
O impacto da superação do meu grande desafio
No final, o treinamento foi entregue e divulgamos ele pela primeira vez no maior evento de comunicação da Cosan, o Atitude On, mais de 90% das pessoas da nossa empresa já começaram ou finalizaram o treinamento.
Para além do impacto mensurável, tenho certeza de que essa entrega se conectou com nossos direcionadores de negócio e estimulamos relações sustentáveis e mais respeitosas a longo prazo, além da influência construtiva do comportamento de respeito nas nossas pessoas.
No final, a moral da história é: todas as primeiras vezes são assustadoras, mas essas oportunidades são as que mais expandem nosso repertório, nos fazem crescer e expandem o alcance do nosso potencial. E se eu puder deixar um conselho: se joga!